terça-feira, 6 de dezembro de 2011

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Retrato falado


Começei na terça-feira, digo na quarta-feira a noite parte do projeto, ou melhor o registro de parte do projeto que agora denominei RETRATO FALADO.


Como o Tupi tem me acompanhado e tomado corpo nestes seis meses, falo constantemente dele, com os amigos aos amigos e conhecidos.   Eles têm dito que começaram, na ausência proposital de imagem real do professor , a imaginá-lo.

Então, resolvi gravar estas descrições deste alguém que existindo de um jeito  e abandonado no esquecimento  (livro jogado) foi voltando a existência por obra da imaginação.

Jaci Antonio Louzada Tupi Caldas meu personagem, quase entidade passou a ter existência surreal na vida dos que me cercam. E ganhou histórias, gostos, desgostos e cores, tamanhos e um físico conforme a percepção de cada um.

Sofro e me divirto em dividir a minha criação. Ele se contamina e a cada descrição. Vibro com ele vivo.

Cartógrafo que segue mapas imaginários


.         No sábado estava lendo em um livro de geografia escrito na década de 40, - recém adquirido-, sobre o significado de realizar estudos sobre pedras, árvores, montanhas, rios, mares formações de lagos e países para se compreender o homem,  sua existência e sobrevivência no planeta.  


      Porém e mais estranho ficou, eu ir nos lugares vistos pelo Tupi Caldas sem saber o que fazer lá ou o que ver das gentes de lá. 


      Ele não fala de gentes nos livros.


      O livro de Mineralogia e Geologia, refere em capítulos especiais sobre paleontologia, usa como referências principais os eventos geológicos do nosso estado. Cita toda a região carbonífera, região central, extremo sul, porto alegre, litoral, Iraí, enfim...o Rio Grande do Sul como um corpus a ser analisado. 


      Levei o Tupi junto conosco.


      No domingo, me municiei do livro dele já todo desfolhado, meu caderno de anotações, canetas, papéis, câmara fotográfica, e chimarrão. 


      Fomos na fubica, olhando um mapa incompleto da região. 


      Caminhei procurando indícios de uma vida.


      Fui criando mapas. Colocando pontos, inventando: rios, cheiros, cores, casas, texturas. 


      Carrego pedras de cada lugar percebido nas viagens.  


     Cartógrafo que segue mapas imaginários e vai achando que descobre o que estava ali desde o sempre.







sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Goiaba do mato


..que o prof. esteve em Criúva é certo, de lá que veio aquela  goiaba do mato que enfeita o pátio dos fundos da casa, ali logo a frente do parreiral, onde se ouvem os gritos das crianças em brincadeira.



A árvore foi desenhada várias vezes e a flor é o carimbo das viagens realizadas. 


domingo, 6 de novembro de 2011

pedras de marcar os caminhos



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edras de marcar os caminhos:


- São Jerônimo - seixos do calçamento da praça - cores preto e branco - irregulares - abandono e esquecimento

- Triunfo -  pedras de junto ao rio - o que deveria ser glorioso

- Santo Amaro - pedras do rio - procissão de Santa Bárbara - protetora dos mineiros

- Arroio dos Ratos - carvões das minas 

- Catedral metropolitana e Museu do estado - seixos do calçamento calçada - cores preto e branco

- praça Garibaldi - - seixos do calçamento da praça - cores preto e branco - passeios em família

- cais do porto - embarque de muitas viagens

- coluna jônica na redenção - parte do piso - o que ela dizia mesmo?

- Rio Camaquam - o rastro do tesouro enterrado 

- Cruz Alta - porque vim de trem até aqui?

- Jardim Botânico - onde deveria estar o fóssil 

- Caxias do Sul - junto a estrada perto das goiabas do mato

- Cruz Alta - na estação ferroviária que não leva as gentes do passado que circulam ao vento 


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Buscando a Porto Alegre da década de 1920... parte 2


Perguntei de novo onde se encontravam os fósseis e minerais que sabia que na década de 30 estavam no museu do estado, gentilmente fui percebendo o meu denível temporal, um desvão?  O que estaria guardado entre?
Pois sim, em 1930, mas em 54 e 56.. foram transferidos. O acervo de ciências naturais foi para a fundação Zoobotânica.. não, não tem registro, listas,  do que foi distribuído. Coisas devem ter se perdido.. enfim.. só agora que alguém está se interessando em pesquisar sobre o próprio museu e seu acervo. As pinturas foram para o Margs.
 Vazio temporal.
Nova porta a bater..