. No sábado estava lendo em um livro de geografia escrito na década de 40, - recém adquirido-, sobre o significado de realizar estudos sobre pedras, árvores, montanhas, rios, mares formações de lagos e países para se compreender o homem, sua existência e sobrevivência no planeta.
Porém e mais estranho ficou, eu ir nos lugares vistos pelo Tupi Caldas sem saber o que fazer lá ou o que ver das gentes de lá.
Ele não fala de gentes nos livros.
O livro de Mineralogia e Geologia, refere em capítulos especiais sobre paleontologia, usa como referências principais os eventos geológicos do nosso estado. Cita toda a região carbonífera, região central, extremo sul, porto alegre, litoral, Iraí, enfim...o Rio Grande do Sul como um corpus a ser analisado.
Levei o Tupi junto conosco.
No domingo, me municiei do livro dele já todo desfolhado, meu caderno de anotações, canetas, papéis, câmara fotográfica, e chimarrão.
Fomos na fubica, olhando um mapa incompleto da região.
Caminhei procurando indícios de uma vida.
Fui criando mapas. Colocando pontos, inventando: rios, cheiros, cores, casas, texturas.
Carrego pedras de cada lugar percebido nas viagens.
Cartógrafo que segue mapas imaginários e vai achando que descobre o que estava ali desde o sempre.
Porém e mais estranho ficou, eu ir nos lugares vistos pelo Tupi Caldas sem saber o que fazer lá ou o que ver das gentes de lá.
Ele não fala de gentes nos livros.
O livro de Mineralogia e Geologia, refere em capítulos especiais sobre paleontologia, usa como referências principais os eventos geológicos do nosso estado. Cita toda a região carbonífera, região central, extremo sul, porto alegre, litoral, Iraí, enfim...o Rio Grande do Sul como um corpus a ser analisado.
Levei o Tupi junto conosco.
No domingo, me municiei do livro dele já todo desfolhado, meu caderno de anotações, canetas, papéis, câmara fotográfica, e chimarrão.
Fomos na fubica, olhando um mapa incompleto da região.
Caminhei procurando indícios de uma vida.
Fui criando mapas. Colocando pontos, inventando: rios, cheiros, cores, casas, texturas.
Carrego pedras de cada lugar percebido nas viagens.
Cartógrafo que segue mapas imaginários e vai achando que descobre o que estava ali desde o sempre.
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